Em 16 de julho de 2020, eu escrevi a “História nunca antes contada de Paladar”. Paladar é um clássico desconhecido, lá para as bandas de onde nunca estive.

Um dia, não tantos anos atrás, eu conheci uma garota e comecei a conversar com ela num fim de tarde ameno. A conversa entrou pela noite e, quando raiou o dia, eu passara a noite no apartamento dela.
Ela tinha um velho violão, herdado de um tio que tocava noites estreladas na zona rural, quando ela nem era nascida. Enquanto ela preparava um café, eu peguei o violão e compus uma melodia de xote em tom menor, em celebração às horas que passamos juntos.
A letra veio fácil, de um fôlego só, ainda serenada de suor e penumbra.
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